Páginas

domingo, 1 de abril de 2012

Historiador afirma que Barack Obama é o presidente mais hostil à Bíblia na história dos Estados Unidos.

As decisões políticas do presidente norte-americano Barack Obama, como a determinação para que empregadores católicos paguem as despesas de controle de natalidade de seus funcionários, tem feito o líder político ser visto por muitos como sendo contrários à Bíblia.

Presidente norte-americano Barack Obama
O autor evangélico David Barton classificou recentemente o presidente como “antibíblico e contrário aos valores cristãos”. 

Agora o historiador de questões de fé e liberdade, David Barton, elaborou para o site WallBuilders.com um levantamento de 50 ações anticristãs e antijudaicas que o presidente tomou desde que assumiu a cargo, e concluiu que Barack Obama é na verdade “O presidente americano mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram”.

Barton justificou sua conclusão afirmando: 

“Quando observamos a falta de vontade do presidente Obama para se adaptar a quatro séculos de proteção de consciência religiosa através de suas tentativas de exigir que os católicos vão contra suas próprias doutrinas e crenças, somos tentados a dizer que ele é anticatólico, mas essa caracterização não seria correta. 

Embora tenha mirado recentemente os católicos, ele tem mirado de igual modo as tradicionais crenças protestantes”.

O historiador concluiu a explicação afirmando que “talvez a descrição mais precisa dessa antipatia para com católicos, protestantes, judeus religiosos e a nação judaica seria caracterizá-la como antibíblica”.

“E então quando essa hostilidade para com pessoas que têm fé bíblica é contrastada com o seu tratamento preferencial para com os muçulmanos e nações muçulmanas, isso reforça ainda mais a precisão da descrição dele como um homem contrário à Bíblia.

Na verdade, tem havido inúmeras vezes, que foram documentadas, em que suas posições pró-islamismo foram a causa de suas ações contra a Bíblia”, afirma Barton.

Entre as ações listadas no estudo está uma observação histórica de que a partir do dia 19 de Outubro de 2010 Obama, deliberadamente, começou a omitir a frase sobre “o Criador” quando cita a Declaração de Independência.

Uma das ações mais recentes listadas ocorreu em fevereiro de 2012, quando as Forças Aéreas removem “Deus” do emblema do Gabinete de Capacitação Rápida (a palavra sobre o emblema em latim era: Dei).

A lista aponta também quem em maio de 2009 Obama não permitiu que o culto do Dia Nacional de Oração (um dia estabelecido por lei federal) ocorresse na Casa Branca, mas permitiu jantares Iftar em honra ao Ramadã, mês durante o qual os muçulmanos praticam o seu jejum ritual.

Dilma apoia programa nuclear do Irã durante visita a Índia.

Mais uma vez a presidente falou sobre sua posição em relação a criação de um estado Palestino.


Dilma apoia programa nuclear do Irã durante visita a Índia
Durante o encerramento da Cúpula do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), reunião que aconteceu na última semana em Nova Delhi, na Índia, a presidente Dilma Rousseff defendeu o programa nuclear iraniano e também falou sobre a paz na Palestina.

Não é a primeira vez que a representante do Brasil comenta favoravelmente a esse assunto que tem gerado tantas polêmicas no mundo, para Dilma o Irã tem direito de desenvolver seu programa nuclear e que por esse motivo o Brasil não se opõem às pesquisas se eles tiverem fins pacíficos.

Mas o que assusta os países vizinhos, principalmente Israel, são as supostas criações de bombas atômicas que poderiam destruir não só os países do Oriente Médio como também o mundo.

Outro assunto que entrou em pauta na fala de Dilma Rousseff foi busca pela paz na Palestina e se manifestou contra as restrições econômicas e financeiras dizendo que essas ações só agravam a situação.

Ela fez questão de dizer que os países que pertencem ao Brics podem sim colaborar para a paz mundial.  

“Os olhos do mundo estão voltados para nós e somos, sem dúvida, a esperança”, disse.

Com informações Agência Brasil

Globo prepara nova novela espírita para divulgar doutrina.

“Amor Eterno Amor” deve tratar de espiritismo e bruxarias.

Depois de contratar vários “artistas gospel” e levá-los para se apresentar em seus programas, muitos acreditaram que algo tinha mudado na emissora. Não mudou.

Autora de duas outras novelas na Rede Globo, a escritora mineira Elizabeth Jhin, 63, a partir de 5 de março terá uma nova oportunidade de ensinar pela tv a “doutrina espírita”.

Ela já foi ao ar com “Eterna Magia” (2007), que tratava sobre bruxas vivendo em uma fictícia cidadezinha na década de 1930. 

Já “Escrito nas Estrelas” (2010), contou a história do mocinho que era um “espírito desencarnado”. Foi então que  Elizabeth bateu recordes de audiência e se firmou como “autora espiritualista”. 

Esse deve ser o tema de sua nova novela que vai ao ar às 18 horas.

Durante entrevistas recentes, a autora revelou sua paixão por Ivani Ribeiro, outra novelista espírita que, entre outros sucessos, escreveu “A Viagem”.

Tentando explicar a história da nova novela, ela diz que vai falar do fenômeno conhecido como “crianças Índigo”. 

Segundo ela são “crianças do novo milênio que, do ponto de vista espiritualista, vieram com um DNA diferente, com a missão de tornar o mundo melhor. Todas têm características especiais, sensibilidade e, às vezes, paranormalidade”.

A personagem da atriz-mirin Klara Castanho,10, conseguirá ver e prever coisas, sempre guiada pelo espírito Lexor (Othon Bastos). 

Gabriel Braga Nunes terá dons especiais, com bichos. 

Ele viverá um domador de búfalos, e conseguirá amansá-los só com um gesto. 

Ambos seriam “Índigo”.

Elizabeth Jhin afirma, curiosamente, que não é espírita. 

“Fui criada na religião católica, mas não frequento a Igreja. 

Sou simpatizante do budismo, do espiritismo kardecista e sou apaixonada pela doutrina cristã: amor ao próximo, a compaixão… 

Sempre gostei de novelas sobre o tema”.

Por outro lado, afrima que está lendo muito os livros de Allan Kardec, Chico Xavier e outras obras similares “para não errar nada sobre o espiritismo”.  Justificou sua opção de escrever sobre o tema porque “ as pessoas têm necessidade de se apegar a alguma explicação sobre a existência”.

Uma das protagonistas da trama, Ana Lúcia Torre, 66, explica que está muito animada com o novo desafio.  

“Eu sou espírita e a minha família é espírita. 

Desde quatro ou cinco anos, eu já sabia o que fazia. 

Isso facilita muito, porque você já tem o entendimento, já é uma coisa sua… 

Cada um de nós tem um tipo de mediunidade, que se desenvolve mais ou menos. 

Mas, todos somos iguais, somos feitos de energia. 

Cada um tem a sua”, afirmou ela.

Frequentadora de um centro de cura, em São Paulo, a atriz terá dois momentos na novela: viva em procura do filho perdido e posteriomente  continuará ajudando-o, como espírito.

Novela da Globo pode ter nome alterado para não desagradar o público evangélico.

A próxima novela das 21h teria o nome de "Salve Jorge", nome de um dos santos mais conhecidos no Brasil.


A atriz Nanda Costa, protagonista de Salve, Jorge!
O crescimento do número de evangélicos pode fazer com que a Rede Globo altere o título da nova novela das 21h. 

Escrita por Glória Perez a trama foi batizada de “Salve Jorge”, mas para não desagradar o público que não crê no santo católico a novela poderá ter seu nome alterado.

São Jorge é um dos santos mais conhecidos do catolicismo no Brasil e o enredo terá muita ligação com a devoção a esse santo. 

A emissora carioca não pretende mudar a história, mas está pensando em um novo título para batizar a trama.

Mas o enfoque da atração que vai estrear no horário nobre não é fé, mas assuntos como tráfico de pessoas, tendo como ambiente o morro do Alemão, no Rio de Janeiro, e na Turquia (principalmente em Istambul e na Capadócia, onde São Jorge nasceu).

Quando começou a falar sobre seu novo projeto a autora tentou explicar o enredo da novela em seu Twitter: 

“A fé nele [São Jorge] existe e vamos mostrar: a fé na força que temos para vencer os dragões que a vida nos reserva”, disse Glória Perez.

Com informações MSN

Será que a Apologética leva o crente a se perder?

Muitos têm feito essa afirmação: “quem se mete em apologética termina se perdendo”.

Ora, o maior apologista que já existiu foi o próprio Jesus Cristo, pois Ele foi quem mais defendeu a fé contra os ataques dos religiosos, e ensinou a importância da fidelidade ao que está escrito, pois em Sua própria tentação defendeu-se utilizando a Escritura.

Os apóstolos deixaram grandes ensinos apologéticos, como Judas que fez uma carta inteira que é denominada como um chamado ao combate cristão; Pedro que exorta a sabermos responder com mansidão e temor aos questionamentos que nos são feitos, santificando a Cristo em nossos corações em primeiro lugar; Paulo que todos os dias estava nas praças das cidas para debater com os filósofos, aos sábados nas sinagogas para debater com os judeus e aos domingos reunindo-se com os irmãos.

Não vejo a apologética como uma ferramenta que desvia o crente do caminho, mas uma ferramenta que faz com que estejamos sempre alertas, vigilantes e sóbrios contras as armadilhas, ou melhor, contra as centenas ou milhares de armadilhas que são postas em nossos caminhos.

Normalmente, aqueles que se opõem a apologética são os mesmo que têm ensinado heresias e distorções e temem que suas máscaras caiam e sejam confrontados com a verdade da Escritura.

A apologética não deve servir para formar um exército de “xiitias” evangélicos que saem por aí brigando com todo mundo, não! 

A apologética deve servir como instrumento de esclarecimento da doutrina bíblica sadia e como ferramenta de evangelização. 

Afinal, devemos estar “preparados” para responder com mansidão e temor.

Acredito que a apologética não leva o crente a se perder, mas o ajuda a encontrar o verdadeiro Deus da Bíblia, livre dos estereótipos estabelecidos pela sociedade e pela religiosidade do ser humano. 

A apologética ajuda o estudante a ver Deus como Ele realmente é, e não como gostaríamos que fosse segundo nossa própria vontade e entendimento.

Jesus defendeu a fé, quando lhe perguntaram sobre os impostos, e Ele disse: 

“Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. (Mt 22:21).

Jesus defendeu a fé, quando disse que: 

“O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui”. (Jo 18:36).

Jesus defendeu a fé, quando açoitou os comerciantes na porta do templo: 

“E disse-lhes: 

Está escrito: 

A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões”. (Mt 21:13)

Jesus defendeu a fé, quando por várias vezes explicou os detalhes e minúcias da Escritura (Mt 26:31; Mc 7:6; Mc 14:21).

Jesus defendeu a fé, quando foi questionado (Mt 22:24).

A apologética é uma ferramenta que ajuda o crente a pensar, e pensar de forma coerente, sensata, lógica, correta e bíblica.

A apologética ajuda o crente a conhecer a verdade, e conhecendo a verdade se chega a liberdade. 

O problema é que muitos líderes religiosos pretendem manter suas “ovelhas” no aprisco da cegueira e escravidão.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32)

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15)

“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22:29)

“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2:8)

Autor: Robson T. Fernandes