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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Queda no número de católicos no país assusta os líderes católicos.

Bispos na 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se assustaram com a queda no número de católicos, cuja a porcentagem caiu de 83,34% para cerca de 68% nos últimos 20 anos.

Esses números, citados na Assembleia Geral, foram anteriormente divulgados por um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e apresentados pelo Padre jesuíta Thierry Lienard de Guertechin, do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento (Ibrades).

"Perdemos o povo, porque, se o número absoluto de católicos cresce, caíram os números relativos, que dizem a verdade", comentou o cardeal d. Cláudio Hummes, ex-prefeito da Congregação do Clero no Vaticano e ex-arcebispo de São Paulo, segundo o Estadão.

O Novo Mapa das Religiões da FGV mostra que em 2009 o país possuía a menor proporção de católicos entre as demais religiões comparando com décadas anteriores ao estudo.

No esforço para garantir a perseverança dos católicos e reconquista daqueles que abandonaram a igreja, o cardeal afirmou na sexta-feira que “é preciso começar pelo começo”, durante a missa dos bispos.

Os dados que Thierry apresentou também mostram o crescimento dos evangélicos que representam 21,93% da população, enquanto 6,72% declaram não ter religião e 4,62% afirmam praticar religiões alternativas.

Thierry defende que as porcentagens devam ser analisadas com maior acuracidade, alegando refletir um quadro confuso na denominação das crenças. 

Ele aponta, por exemplo, que a multiplicidade da prática religiosa é um fator de distorção.

"O número de seguidores de Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, que aparece com 1% nas pesquisas é na realidade maior", disse padre Thierry.

O estudo da FGV realizou entrevistas com 200 mil famílias antes do Censo.

Igreja faz parceria com bar para levar Jesus Cristo a seus clientes com problemas.

O pastor norte-americano de uma igreja, Celebration Church em Tulsa, Eastman Curtis, fez recentemente uma parceria com um bar para levar a palavra de Deus aos clientes do local aos domingos.

Segundo a Fox, a parceria ocorreu depois que o dono do bar The Drunk Monkey, Joe Beene, que queria ajudar alguns de seus clientes com seus problemas, pediu ao seu pastor de Tulsa para transmitir sermões de domingo pela internet.

Curtis, a princípio surpreso com a ideia, resolveu aderir e sua congregação conseguiu arrecadar o valor de $1000 para o equipamento que iria tornar o pedido uma realidade. 

O objetivo é alcançar as pessoas que estão fora da igreja através da palavra de Deus.

“Eu era o pior pesadelo de minha mãe, alguém perdeu o seu tempo para ir a um bar onde eu estava e compartilhar as boas novas de Jesus”, disse Curtis.

Apesar de muitos não gostarem da associação de Jesus a lugares pecaminosos, Curtis relembra que Deus está em todo o lugar.

“Quando as igrejas e os bares trabalham juntas para compartilhar de Jesus, você sabe que Deus estará fazendo algo bom”, disse Curtis, segundo relatou a publicação cristã Charisma News.

“Quando Jesus morreu na cruz, não foi numa catedral”, acrescentou.

Beene sabe da situação de seus clientes, contando que até mesmo um lhe confidenciou a vontade de cometer suicídio.

O dono do bar espera desta maneira, poder ajudá-los através de prover a palavra de Deus por transmissão ao vivo, sabendo que muitos deles não são confortáveis em frequentar uma igreja.

A transmissão ocorrerá no Bar The Drunk Monkey no Glenpool no domingo, 29 de Abril às 10h da manhã, com direito à almoço grátis.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Desde que o cristão “seja pobre”, diabo não se importa com saúde ou família: “pobreza nesse mundo é sinal de fracasso”, afirma site da Igreja Universal.

O site oficial da Igreja Universal do Reino de Deus publicou uma matéria sobre a prosperidade e a vontade de Deus em relação a essa área:

“Deus quer que você tenha uma vida farta”, afirma o texto.

Segundo o site da IURD, o diabo não se importa se o cristão tiver saúde, família estruturada e caráter, desde que não seja próspero: 

“O diabo não se importa tanto quando o povo tem saúde, mas continua pobre; quando tem uma boa família, mas continua pobre; quando se liberta dos vícios, mas continua pobre; quando tem um bom caráter, mas continua pobre”.

O argumento para defender essa tese foi tirado do versículo 16, do capítulo 9 do livro de Eclesiastes. 

De acordo com o Arca Universal, “ninguém dá ouvido ao pobre”.

“Um dos maiores medos do diabo é que o povo de Deus cresça, se multiplique, tenha poder e, com isso, condições financeiras”, ressalta o texto.

A ênfase na prosperidade é relacionada com suposta necessidade de influência no mundo: 

“Se o povo de Deus for pobre, então ninguém vai querer ouvi-lo nem respeitá-lo, pois a pobreza nesse mundo é sinal de fracasso. 

São os ricos que são ouvidos. 

Eles é quem têm influência. 

Por isso, se o diabo quer sufocar a Palavra de Deus; se ele quer deter o Evangelho; se ele quer atrasar o plano de salvação que Deus tem para o mundo, ele sabe que uma boa estratégia é impedir o crescimento e prosperidade do povo de Deus”.