Páginas

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pastor incentiva pais a espancarem filhos que “pareçam gay” e causa polêmica.

Após críticas, pediu desculpas e alegou ser mal interpretado.

Pastor incentiva pais a espancarem filhos que “pareçam gay” e causa polêmica
Sean Harris, da igreja Batista Bereana, na cidade de Fayetteville, Carolina do Norte, está no centro de uma nova polêmica envolvendo os homossexuais.

Durante um sermão ele sugeriu que os pais batessem nos filhos, se perceberem que os meninos se comportam como “maricas”. 

“Ele incentivou os pais cristãos que é melhor quebrar ossos que “perder os filhos para a homossexualidade”.

“Portanto, o seu filho pequeno começa a agir como uma menininha, se ele tiver mais de quatro anos diga a ele para agir feito homem, tirar o vestido e ir cavar uma vala, porque é isso que os meninos devem fazer… Não pegue sua câmera e comece a tirar fotos do menino agindo como uma menina e depois coloque no YouTube para todos rirem disso… Quando você menos esperar seu garoto estará agindo com fantasias infantis que deveriam ter sido esmagadas no início. Posso ser mais claro? Pais, no instante em que vocês perceberem seu filho sem pulso firme, vá até ele e quebre aquele pulso… Cara, dê-lhe um bom soco, ok? Diga: Você não deve agir assim. Você foi feito por Deus para ser macho e você vai ser um macho. E quando sua filha começa a agir como um menino, endireite ela. Você diz, ‘Oh, não, querida. Você pode praticar esportes. Mas jogue para a glória de Deus. Você deve agir como uma menina, andar como uma menina, falar como uma menina e cheirar como uma menina. Assim você será bonita. 

Você será atraente. 

Você vai usar vestidos bonitos…”, disse ele durante o polêmico sermão.

O áudio e o vídeo foram parar na Internet e geraram uma onda de críticas. 

Muitos sites e blogs reproduziram o vídeo e condenaram as declarações do pastor, especialmente a comunidade GLBT. 

Ele pediu desculpas em um comunicado oficial, dizendo que foi tudo um mal entendido e que tiraram suas palavras de contexto.

Durante entrevista a um programa de rádio, afirmou “Sei que aquelas não foram as melhores palavras. 

Se eu repetisse tudo de novo, escolheria outras palavras”. 

Ele faz questão de dizer que não está incentivando a violência contra crianças, mas que apenas considera necessário defender “a importância da distinção de gêneros criada por Deus”, “Eu não disse que as crianças devem apanhar. (…) 

Não disse nada com intenção de ofender os membros da comunidade GLBT. Minha intenção era apenas comunicar a verdade da palavra de Deus sobre o casamento”, escreveu ele em seu blog.

O motivo de seu sermão e da repercussão é que a Carolina do Norte deve votar em breve a legalização do casamento gay naquele Estado. 

Assim como em outros Estados americanos, desde o final de 2011 existem manifestações a favor e contra a união de pessoas do mesmo.

Recentemente, o evangelista Billy Graham, que mora na Carolina do Norte, escreveu um artigo para um jornal encorajando os eleitores a votarem a favor da emenda constitucional que deve “banir” o casamento gay.

“Assistir o declínio moral do nosso país me causa grande preocupação… eu creio que o lar e o casamento, a base de nossa sociedade, devem ser protegidos”.

“Nunca imaginei”, disse Billy Graham, “que aos 93 anos teria que debater a definição de casamento. 

Mas a definição de Deus é clara: na Bíblia o casamento é entre um homem e uma mulher”. 

A declaração do pastor foi reproduzida em 14 grandes jornais americanos, e será publicada em sua íntegra neste final de semana em vários outros.

Traduzido e adaptado de Inquisitr e Jonathan Turley


Leitura da Bíblia é obrigatório durante sessão na Câmara de Goiás.

Mediação agora fará parte das sessões ordinárias.

Leitura da Bíblia é obrigatório durante sessão na Câmara de Goiás
O deputado Daniel Messac é pastor da Igreja Assembléia de Deus Madureira em Goiás. 

Formado em Teologia e filosofia, atualmente cursa Direito. 

Entres seus últimos projetos estão conceder o título honorífico de cidadão goiano ao Apóstolo Valdemiro Santiago e também ao bispo Roberto Santana Silva, além de homenagens a outros pastores e a instituição de diretrizes para o turismo religioso no Estado de Goiás.

Ele também é o atual presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Câmara dos Deputados de Goiás.

Filiado ao PSDB, Daniel Messac está em seu segundo mandato e a partir desta quinta-feira, 3, passou a vigorar mais um projeto de sua lavra. 

A resolução já aprovada obriga a leitura de um trecho da Bíblia durante a sessão ordinária da Câmara, logo após a leitura da ata do dia. 

A leitura do texto bíblico será feita por um deputado diferente a cada dia, ficando o trecho a escolha do mesmo.

Autor do projeto, Messac foi o primeiro a realizar a leitura. 

Ele escolheu um trecho do Salmo 1, que fala sobre a advertência de não se envolver com pessoas erradas e de índole corrompida. 

Segundo o parlamentar, a ideia de realizar a leitura das Escrituras é criar, de forma objetiva, “um ambiente que prega maior harmonia e justiça entre os parlamentares”.

“Esse projeto visa uma ambiente de justiça, para ajudar na elaboração e votação das leis, que beneficiem o povo de Goiás e harmonia para aprender a conviver no dia a dia com cada par, evitando desavenças e agressividade”, defende.

Os termos do seu projeto que altera o § 2º, do art. 102, da Resolução nº 858, de 20 de dezembro de 1991. (Regimento Interno da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás), são:

A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS, nos termos do art. 18, VI da Constituição Estadual, aprova e a Mesa promulga a seguinte resolução:
Art. 1º – O § 2º, do art 102, da Resolução nº 858, de 20 de dezembro de 1991 (Regimento Interno da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, passa a ter a seguinte redação:

Art. 102 – (…………………….)

§ 2º – Achando-se presente pelo menos um terço dos Deputados, o Presidente abrirá a sessão, declarando “SOB A PROTEÇÃO DE DEUS, HAVENDO NÚMERO LEGAL, DECLARO ABERTA A PRESENTE SESSÃO”, convidando, em seguida, um dos deputados para fazer a leitura de um trecho da Bíblia Sagrada, a qual permanecerá sobre a Mesa dos trabalhos, no Plenário.

Art. 2º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Com informações Assembleia.go.gov.br

Proibir oração em línguas é pecado, diz pastor de megaigreja.

Um pastor de megaigreja de Durham, NC, falou recentemente que não iria proibir as pessoas de falar em línguas e que fazê-lo é um pecado.
  • JD Greear
    (Foto: The Summit Church via The Christian Post)
    JD Greear, pastor da The Summit Church.
"Você nunca vai me ouvir em público ou privado dizer a alguém que não deveria estar falando em línguas em seus momentos privados de oração," afirmou o pastor da Igreja Summit, JD Greear, no domingo para sua congregação, observando que o apóstolo Paulo foi claro sobre isto. 

"Isso não vai ser proibido em nossa igreja."

Greear fez a declaração quando ele estava terminando uma série de mensagens focadas no Espírito Santo e os dons espirituais, como profecia e o falar em línguas, que ele definiu como uma forma de oração e louvor em uma linguagem que é desconhecida para o orador que é falado para Deus.

Durante a série, Greear observou que sua denominação - Convenção Batista do Sul - tem, em muitos aspectos restringido o falar em línguas e acredita que "eles estão errados e que estão em pecado fazendo isso."

A SBC não tem uma posição oficial sobre a questão dos dons carismáticos. 

Ao mesmo tempo, a denominação diz que "provavelmente a maioria acredita que o dom de línguas, como descrito na Bíblia cessou após a conclusão da Bíblia" e que apenas uma minoria muito pequena pode aceitá-la como válida.

Greear descreveu sua igreja como "carismáticos com um cinto de segurança" - ou seja, honram e querem receber os dons espirituais, mas com cautela.

Dirigindo-se aos que podem estar desconfortáveis com dons espirituais, ele colocou, "Você acredita que Deus é vivo e que Ele sobrenaturalmente se move sobre a terra, que Ele trabalha por meio de Sua Igreja, que ele coloca pensamentos em sua mente?"

Ele deseja que sua igreja, que atrai cerca de 6.500 atendentes semanais, se torne mais cheia do Espírito Santo, onde as pessoas usam seus dons para contribuir para a igreja e da comunidade. 

Entretanto, ele observou que não será uma igreja onde as pessoas dão palmadas umas nas outras e caem no chão ou onde os fiéis gritam orações em línguas no meio da adoração.

Os dons espirituais, ele pregou, deve ser usado para edificar ou beneficiar os outros.

"Se você está falando uma língua que ninguém entende, você não está beneficiando ninguém", ressaltou.

"Se você falar em línguas ... ore por interpretação", aconselhou ele, dizendo que seria "muito mais edificante" se ouvissem em Inglês.

O propósito do dom de línguas, o pastor Durham estressou, não é fazer você se sentir perto de Deus, embora isso possa ser um efeito colateral.

"Não é uma linguagem de oração privada, onde o Espírito faz você se sentir perto de Deus. 

Você tem o sangue de Jesus para isso", ressaltou. 

"Você não precisa mais nada."

Pelo contrário, o dom é "um sinal das novas fronteiras do Evangelho.

"Ela significa a propagação do Evangelho em povos não-judeus, acrescentou.

Greear esclareceu que nem todos os cristãos falam em línguas. 

É um dom que Deus não dá a todos e é algo que pode ser desejado, mas não tem de ser buscado. 

"A Bíblia não diz diz nenhuma vez para buscar o dom de língua", disse ele.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Cientista evangélico que rebate Teoria da Evolução é alvo de protestos na Academia Brasileira de Ciência.

Uma entrevista do bioquímico Marcos Eberlin (foto), que é evangélico, ao jornal “O Estado de S. Paulo” causou repercussão na comunidade científica e protestos anônimos de cientistas que manifestaram “preocupação com a tentativa de popularização de ideias retrógradas que afrontam o método científico”, em carta à Academia Brasileira de Ciência.

Cientista evangélico que rebate Teoria da Evolução é alvo de protestos na Academia Brasileira de Ciência
Uma entrevista do bioquímico Marcos Eberlin (foto), que é evangélico
Marcos Eberlin é bioquímico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e declarou que é contra a teoria da evolução, de Charles Darwin: 

“Não aceito a evolução porque as evidências químicas que tenho falam contra ela. 

[A teoria da evolução] é uma falácia”. 

Eberlin tem se destacado na comunidade científica por pesquisas sobre uma técnica para medição de massas e composição de moléculas.

Em suas palestras, Eberlin tem afirmado que cada vez mais a ciência tem descoberto dados que embasam a teoria de que havia uma força superior por trás da criação do universo. 

O bioquímico acredita na ideia conhecida como “design inteligente”, que afirma que não houve evolução da vida na Terra, e sim criação de Deus.

Os cientistas anônimos que protestaram contra Eberlin entendem que ele mistura fé e ciência quando divulga “conceitos sem fundamentação científica por pesquisadores de reconhecido saber em outras áreas da ciência”.

Os cientistas Nelio Bizzo (Faculdade de Educação da USP), Mario de Pinna e Maria Landim (Museu de Zoologia da USP), Paulo Sano (Departamento de Botânica da USP) e Acácio Pagan (Departamento de Biociências da Universidade Federal de Sergipe) pretendem criar um núcleo de apoio à pesquisa sobre educação, divulgação e epistemologia da evolução biológica, em parceria com a USP, como forma de combater a propagação da teoria da criação, de acordo com informações do jornalista Paulo Lopes.

Esse grupo de cientistas afirma em sua proposta à USP que estão preocupados com “manifestações de membros da comunidade científica se posicionando publicamente a favor da perspectiva criacionista, distorcendo fatos para questionar a validade científica da evolução biológica”, numa referência a Eberlin.

Marcos Eberlin afirmou em recente entrevista à TV da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que lamenta o fato de os cientistas estarem tentando enterrar Deus, embora os pais da ciência acreditassem em uma força divina, segundo ele.

Pastor é processado por “Crime contra a humanidade” por pregar contra homossexualidade.

Nos Estados Unidos, um pastor está sendo processado por pregar contra a homossexualidade em Uganda. 
Pastor é processado por “Crime contra a humanidade” por pregar contra homossexualidade

A ação foi movida pelo escritório de advocacia Centro de Direitos Constitucionais (CDC), que afirma que Scott Lively, que é pastor e também advogado, cometeu “perseguição”, o que caracterizaria “Crime contra a humanidade” de acordo com o Estatuto de Roma do Tribunal Criminal Internacional.

O ação foi movida em um Tribunal Federal  Americano, em favor do SMUG – Minorias Sexuais de Uganda, um grupo homossexualista de ugandense. 

O grupo homossexual acusa o pastor, dizendo que ele “trabalhou amplamente com importantes líderes políticos e religiosos anti-homossexuais em Uganda com total propósito e objetivo de privar indivíduos LGBTI de seus direitos fundamentais”.

Em entrevista ao New York Times, Pamela Spees, representando o Centro de Direitos Constitucionais disse: 

“Isso não é só baseado no discurso dele [do pastor]. 

É baseado na conduta dele”. 

O texto do processo especifica tais condutas citando que Lively “viajou para Uganda duas vezes”, “Falou num seminário sobre o tema ‘Desmascarar a Agenda Homossexual’’, “Palestrou para estudantes na Universidade de Nkumble sobre os ‘Perigos da Cultura Pornográfica’”, “Dirigiu culto na Universidade Cristã de Uganda”, dentre outras ações consideradas condenáveis pelos homossexuais.

Tais incursões do pastor estariam influenciando politicamente o país além de questões jurídicas que estariam privando os homossexuais de sua “liberdade de expressão, associação, reunião de imprensa… de serem livres de ataques à sua honra e reputação.”. 

Essa influência teria motivado o assassinato de David Kato, membro da instituição homossexual. 

Mas o assassino o teria matado porque Kato estaria fazendo exigências sexuais indesejadas, fato que não fora relatado no processo.

O pastor se defende das acusações, chamando-as de “absurdas”. 

Deduzir que meu discurso e artigos e livros sobre a homossexualidade subjugaram a inteligência e independência do governo e população de Uganda, dobrando-os diante da minha vontade supostamente nefasta é uma premissa impressionantemente ofensiva e racista”, citou Lively.

‘Homossexualidade: surge uma nova religião?’

Marcos Melo é jornalista e chefe de redação do Portal Verdade Gospel.

Leia o artigo na íntegra!

Virou moda afirmar que não compete à religião questões como aborto e a tal da homossexualidade. 

Este argumento que invalida a posição conservadora e tradicional das igrejas é facilmente encontrado nos discursos eruditos dos ministros do nosso “Moderníssimo Supremo Tribunal Federal”.

É bem verdade que ouço muito dizer por aí que religião e fé só fazem algum sentido para quem as tem. 

Logo, as regras deste jogo sujo supõem que o debate sobre homossexualidade deve ser unilateral e apenas considerar as opressões sofridas por determinadas minorias sociais, ignorando, assim, a fé da maioria da população brasileira (cristã), custe o que custar.

A fragilidade desse argumento e dessa visão tão antidemocrática me assusta, pois observo que este discurso “inclusivo” é sempre pautado pela multiplicidade (a tão explorada pluralidade), levando em consideração todos os grupos sociais, diversos comportamentos, até os mais inusitados e promíscuos, e dentro dessa falsa ideologia de agradar a todos, se lembram de esquecer da maior parte desta nação: evangélicos e católicos.

Vale lembrar que toda manifestação contrária a uma doutrina religiosa já é um novo conceito religioso em potencial, uma nova crença. 

Quando homossexuais discordam do conceito basilar e tradicional de família, sugerem automaticamente a existência de um novo paradigma religioso. Simples!

Na política, por exemplo, quando alguém não concorda e critica uma posição adotada pelo governo, irremediavelmente está sugerindo que haja uma maneira alternativa daquilo ser feito. 

É oposição, mesmo que não seja uma ação articulada ou partidária, mas ela se levanta e confronta com ideias e convicções aplicadas.

Martinho Lutero era católico e se manifestou contra a religião romana. 

Sua ação em denunciar as incoerências analisadas caracterizou um protesto, gerando uma nova crença: o protestantismo. 

Não anulou o Catolicismo, mas despertou a consciência para falhas evidenciadas por ele, dando origem a uma nova forma daquela fé ser professada.

Não há, portanto, ausência de credo. 

Tudo se mistura no campo das ideias: convicção filosófica, religiosa, comportamental, emocional… 

Não se pode calar uma opinião sob pretexto de sê-la de origem religiosa. 

Qual a raiz do posicionamento e comportamento de quem quer que seja? 

Não se pode considerar a opinião de um ateu? 

Deve-se considerar o ponto de vista de um maçom? 

Mas afinal o que fazem os maçons em suas congregações secretas? 

A diferença é que evangélicos e católicos não dissimulam a fonte de onde provém suas explicações – nem devem!

Há uma incidência relevante de casos de homossexualidade na Umbanda, Candomblé e Espiritismo. 

Não é novidade para ninguém! Poderíamos calar a militância gay por trazer consigo este histórico religioso?

Toda opinião é uma oposição ao pensamento contrário, seja religioso, filosófico, étnico… 

Fica claro que não acreditar em nada já é acreditar que nada existe.

Se não há idoneidade na opinião de um cristão, o mesmo juízo deve ser aplicado aos que não comungam com suas convicções, pois quem garante que toda esta oposição não seja alimentada por alguma crença religiosa disfarçada e ocultada no âmago do caráter?

Marcos Melo

Israel constrói novos muros para proteger seu território.

Barreiras evitariam ataques terroristas e militares.

Israel constrói novos muros para proteger seu território
O governo israelense iniciou nesta segunda-feira (30/04) a polêmica construção de um muro, com dois quilômetros de extensão e dez metros de altura, na fronteira com o Líbano.

O local escolhido é próximo a cidade de Metula, em Israel. 

O objetivo será “proteger a cidade”.

A operação começou com a retirada da cerca de segurança que havia pouco antes da chamada “linha azul”, divisão feita pela Organização das Nações Unidas em maio de 2000, cujo objetivo era formalizar a retirada israelense do sul do Líbano.

“As mudanças na infraestrutura da fronteira foram coordenados com o apoio da Força Interina das Nações Unidas para o Líbano e das forças armadas libanesas”, afirmou um porta-voz militar israelense. 

A edificação do muro substituirá a antiga cerca de segurança e tem a supervisão da ONU, sendo observada de perto por soldados libaneses.

O governo israelense afirmou que a construção do muro ajudará a evitar possíveis confrontos e gerar paz entre os países. 

Para o Exército israelense, a construção vai “melhorar a segurança na região e minimizar os atritos”.

Um cessar-fogo tem sido mantido ao longo da fronteira desde que Israel teve conflitos armados com o movimento de guerrilha libanês Hezbollah, em 2006. 

Líbano e Israel continuam oficialmente em guerra, embora os militares dos dois países façam encontros regulares, sempre sob orientação da ONU, para tratar dos problemas relativos às suas fronteiras.

Do lado libanês do muro, em Kfar Kila, encontra-se o posto conhecido como “Porta de Fátima”, que servia de passagem para os libaneses que iam trabalhar em Israel e foi chamado ao longo dos 22 anos de ocupação israelense de a “boa fronteira”.

“(O muro é), destinado a impedir disparos do lado libanês para o lado israelense. 

Nos últimos 18 meses houve uma série de incidentes”, disse o coronel Augusto Fisher, um comandante da fronteira, à rádio oficial de Israel.

Israel também está construindo uma barreira de segurança na região sul do país, na fronteira com a região do deserto do Sinai, no Egito, alegando preocupações com atividades militares e contrabando.

Uma barreira israelense também existe na fronteira com a Cisjordânia ocupada. Israel diz que o projeto, iniciado durante uma onda de atentados suicidas palestinos pedia um reforço em sua segurança. 

Os palestinos apelarem e o Tribunal Mundial considerou a barreira ilegal.


Traduzido e adaptado de Huffigton Post

Casal é morto a tiros dentro de igreja em Caxias do Sul.

Polícia trabalha na investigação com a hipótese de execução, pois nenhum dos dois tinham antecedentes criminais.

Casal é morto a tiros dentro de igreja em Caxias do Sul
O culto de domingo (29) na igreja Assembleia de Deus no bairro Vila Ipê, em Caxias do Sul (RS) foi interrompido por quatro homens armados que executaram um casal e saíram a pé sem levar nenhum pertence. 

De acordo com relatos Comando Regional de Policiamento Ostensivo (CRPO) divulgados pelo site G1 os criminosos invadiram a igreja e pediram para que todos os fiéis se deitassem no chão. 

Em seguida eles efetuaram disparos contínuos contra o homem e a mulher, ambos com 46 anos, e fugiram. 

As vítimas não tinham antecedentes criminais e a polícia trabalha com a hipótese de crime de execução. 

O caso vai ser investigado pela 2ª Delegacia da cidade. 

A Polícia Civil precisou isolar o local e o Departamento Médico Legal (DML) precisou ser acionado para remover os corpos. 


Com informações G1

Irã condena nova queima do Alcorão por Terry Jones.

O pastor americano não deu ouvidos ao Pentágono e condenou mais uma vez os muçulmanos queimando o livro sagrado do Islã

Irã condena nova queima do Alcorão por Terry Jones
Na segunda-feira (30) o Ministério de Relações Exteriores do Irã publicou uma nota condenando a ação do pastor Terry Jones que no último sábado queimou um exemplar do Alcorão e uma foto do profeta Maomé em protesto contra a prisão de Yousef Nadarkhani

Terry Jones que lidera uma igreja na Flórida deu um prazo para que o governo liberasse o pastor iraniano que está preso desde 2009 por ter se convertido ao cristianismo. 

Como as autoridades do Irã não responderam ao seu ultimato, Jones fez um ato público condenando o livro sagrado dos muçulmanos durante um culto com aproximadamente 20 pessoas presentes. 

No comunicado o governo do Irã qualificou a atitude do americano como um “insulto” e “sacrilégio” e pediu que o governo dos Estados Unidos tenha mais responsabilidade para poder evitar atos como esse. 

De fato o Pentágono se mostrou preocupado com as ameaças de Jones que no ano passado também queimou um exemplar do livro gerando protestos contra as tropas americanas no Afeganistão.

 Mas o pastor não deu ouvidos e conclui sua ameaça. 

O governo iraniano diz que ações como essa podem gerar “uma série de reações contra estas ações extremistas” por provocar a “indignação dos muçulmanos no mundo todo”. 


Com informações Terra

Fé em Deus é maior em países menos desenvolvidos, revela pesquisa.

O estudo foi feito juntando duas pesquisas, uma do desenvolvimento humano e outra sobre os níveis de crença.
Fé em Deus é maior em países menos desenvolvidos, revela pesquisa

O site Hypescience resolveu juntar duas pesquisas para tentar fazer uma relação entre a média dos níveis de crenças com a o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e conseguiu mostrar que nos países menos desenvolvidos a crença em Deus é maior. 

Os resultados desse agrupamento de informações feito pela equipe do site mostraram que a crença em Deus em países desenvolvidos é de 28% e que em países menos desenvolvidos é de 53%. 

Como não foi uma pesquisa elaborada para mostrar as causas é difícil afirmar os motivos que fazem com que quase o dobro de pessoas acreditam em Deus nos países menos desenvolvidos. 

Mas de fato o número de ateus nos países mais desenvolvidos é maior, chegando a ser o dobro do número de descrentes nos países menos desenvolvidos. 

Pelo resultado da pesquisa o número de ateus em países com alto IDH é de 15% enquanto que nos países com menor pontuação de desenvolvimento é de 7%. 

O único país que fica fora dessa medição é os Estados Unidos, pois mesmo tendo altos índices de desenvolvimento o número de cristãos é alto, praticamente seis em cada dez habitantes. 

Enquanto que o número de ateus é de apenas 3 em cada dez.